MISSA DE SEGUNDA-FEIRA
Por falta de Sacerdotes, deixaremos de ter eucaristia à segunda-feira a partir do mês de agosto. As intenções já marcadas, serão celebradas à terça (salvo indicação em contrário).
15 DE AGOSTO
No dia da Assunção da Virgem Maria, haverá eucaristia na Igreja às 9h, em Gervide às 10h e novamente na Igreja às 11:15h. Não haverá missa em Sâo Tiago nem em Quebrantões.
SANTA EULÁLIA
Nos dias 17, 18, 19 e 20 deste mês realizamos as Festas em Honra de Santa Eulália, Senhora da Hora e Santa Ana. Destacamos a Eucaristia solene no domingo às 11:15h e a procissão às 17h, onde todos somos chamados a perticipar e a testemunhar a nossa fé.
 
 
 
  Paróquia » História
ORIGEM E FORMAÇÃO DA PARÓQUIA
O território que formava a antiga Lusitânia, a cujos domínios pertencia a atual freguesia de Santa Eulália de Oliveira do Douro, é o que mais antigas memórias da vida cristã apresenta.
Não existem elementos históricos que permitam acompanhar o desenvolvimento da cristandade neste vasto território, nem tampouco avaliar os danos que nele teriam causado as invasões dos bárbaros, Existem apenas relatos de algumas ações dos Suevos e Visigodos no decurso do século V, mas tudo nos é relatado sumariamente na crónica de Idácio.
As povoações mais antingidas no decurso dessas lutas foram as que ficavam ao longo das grandes vias militares: a estrada que ligava Braga a Lisboa - e nesse percurso se situariam estes domínios - e as que confluíam em Mérida.
Sendo assim, é certo que esta região foi grandemente afetada pela incursão desses invasores.
Não chegou, no entanto, aos nossos dias qualquer testemunho da importância de alguma povoação que aqui se localizasse. A mais antiga referência que nos aparece a um aglomerado populacional, mais exatamente a uma propriedade rústica, é à «uilla de sancta eolalia», com a dominação daquela santa mártr, a qual mais tarde veio dar o nome à freguesia.
O documento é datado da Era de 1044 e a designação da «uilla de sancta eolalia» poderá dizer-nos da existência já de qualquer batistério dedicado àquela santa.
A par deste povoado, ou unidade agrária, existiam outros espalhados à  volta, mas é em redor deste, mais central, e certamente dotado com pia batismal e cemitério próprio, que o povo se reúne.
Embora a «villa de santa Eulália» seja aquela que deu o nome à freguesia, o que demonstra ter disfrutado de grande importância, não é menos certo que estava para além de uma pequena «villa», se atendermos ao que nos refere o mesmo Diploma: «hereditates que habermus in uillar inter uluaria».
Vão-se-lhe juntando Garfães, que também ali se identifica por «uilla garfanes», depois Gervide - «argividi», Santiago - «sancti jacobi», Paços - «paaçoo», Quebrantões - «quebrantoões» Sá - «sáa», que são lugares que nos aparecem nos documentos mais antigos respeitante à freguesia.
Já a partir do século XIII tudo se apresenta mais clareado: a paróquia de Santa Eulália de Oliveira como entidade eclesiástica e a freguesia de Oliveira do Douro como personalidade representativa de uma área territorial cívica, mas tudo perfeitamente integrado.
Notas Monográficas sobre a Freguesia de Santa Eulália de Oliveira do Douro
Luís Gomes Alves de Almeida
 
  
 
 
 
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